A mente é um terreno vasto e ainda pouco conhecido pela ciência. É sabido que os maiores problemas do ser humano começam ou terminam na sua própria mente. É nela que se define qual a solução, ou se o problema será preservado.
Isso me faz lembrar uma brincadeira da minha infância chamada: “Pique Bandeira”. Consistia em dois grupos, num determinado campo dividido ao meio, terem a árdua tarefa em tomar a bandeira (na maioria das vezes um simples chinelo) do grupo oponente. Mas, caso invasor entrasse no campo do “inimigo” para conquistar a bandeira, e este fosse tocado, estaria preso. O resgate somente poderia ser feito por um membro da mesma equipe se arriscando dentro do terreno inimigo.
Por vezes, éramos obrigados a resgatar alguém que inadvertidamente, sem avisar, ou planejar, invadia o campo adversário, e era facilmente apanhado. Igualmente observava os que somente entravam no jogo para olhar e nada faziam. Por último, os determinados, inteligentes, velozes, destemidos, que “mentalizavam” a melhor estratégia para conquistar o “chinelo”. E sempre conseguiam
Uma mente que haja só no impulso será continuamente é uma presa fácil. Como também, um mero espectador da vida em nada influencia. Quem tem a mente de um conquistador, recebe a “bandeirada final”.
Acredito que o crente deve ter a sua mente livre para vislumbrar tudo aquilo que lhe estiver ao alcance. E mais, imaginar o que Deus pode fazer, ou seja, tudo. Se arriscar sempre vai fazer parte do jogo, mas não podemos ser irresponsáveis, tem de existir algum critério previamente imaginado. Semelhante a isto, a “inércia amiga”, não acrescentará benefício aqueles que fizerem dela uma companheira íntima.
Enfim, a resposta estará naquilo que se coloca na mente. A Bíblia diz que: ...Nós, porém, temos a mente de Cristo (I Cor 2: 16b). Isso significa que em meio a tudo que se apresenta diante de nós, devemos pensar igual a Jesus. Renovar a mente com tudo que possa trazer esperança. A mente é um campo de batalhas, e não podemos perder essa guerra.
Quantos “chinelos” temos conquistados? O Crente não mente. Brincadeira é coisa séria.
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
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