quarta-feira, 22 de abril de 2009

Fé ou não crer? Eis a questão

Inequivocamente, ter fé é uma atitude interna de restrita decisão humana. Por uma condição natural e individualizada, é impossível existir co-responsabilidade humana, na geração da fé genuína entre os filhos de Deus. Ninguém tem ação direta e decisiva, na implantação da fé em outras pessoas. Somente Deus pode acrescentar fé no coração do homem, basta este, seguir as orientações bíblicas.
Logicamente que, os testemunhos de uma vida cristã, os milagres, operação de maravilhas divinas no meio do povo de Deus, atuam como importantes e potentes incentivadores de fé no corpo de Cristo. Os fatores citados anteriormente, dentre outros objetivos, resguarda-se também o de gerar estímulo, para que cada crente busque a maneira correta de alcançar a fé em Jesus descrita em Rm 10:17. “De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus”.
A fé é gerada (segundo as escrituras) no ato de ouvir. Em conseqüência, o ato de ouvir, só poderá ser concretizado mediante a “Palavra de Deus”. Aparentemente, essa ordem está no mínimo invertida, pois como pode o simples fato de ler a bíblia, gerar fé no coração humano? Até por que existem religiões que estudam exaustivamente as escrituras sagradas, e isto notoriamente é insuficiente para firmar a fé em Deus. Fazendo com que estes religiosos o aceitem como único e suficiente Salvador. Já que tais praticantes procuram somente conhecer a “letra”, e fazer dela, o aio para alcançar a salvação. Embora, sejamos salvos por meio da fé em Cristo.
A geração de fé é algo exclusivamente espiritual. Deus quando coloca em sua palavra: “que o ouvir é pela palavra de cristo”, significa que a leitura da bíblia é para ser feita mediante uma solicitação prévia de revelação ao Espírito Santo, uma vez que somente Ele, tem o poder de desvendar as profundezas de Deus, e trazer para o crente o perfeito entendimento de tudo àquilo que está sendo lido. Além disso, essa revelação trás juntamente, qual a aplicabilidade prática da fé, levando em conta que: “sem obras a fé está morta em si mesma”.
Talvez ainda não tenha sido necessário mandar que os montes se movam de um lado para o outro. Contudo, dificuldades inerentes ao tempo moderno, se apresentam diariamente diante de todos. Imagine então que: “uma fé semelhante ao tamanho do grão de mostarda” pode mudar o Pão de Açúcar e o Cristo Redentor de lugar. Com este “poder da fé”, disponível a todo aquele que crer, o que seria impossível à Igreja do Senhor, caso cada crente buscasse em Deus a revelação mediante a palavra, que é a única geradora de fé?

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Pensamento de uma estátua não dá liberdade



O sábio Salomão já dizia: “O preguiçoso não lavrará por causa do inverno, pelo que mendigará na sega e nada receberá”. Pv. 20:4- “Não ames o sono, para que não empobreças:abre os teus olhos e te fartará de pão”. Pv 20:13. No livro de Provérbios existem 17 citações a respeito do tema: Preguiça. Pense numa questão, se aquilo que a Bíblia aponta uma única vez, deve ser observado com extremo cuidado, imagina quando enfatiza um determinado tema por 17 citações?
Invariavelmente qualquer pessoa por mais ativa e empenhada que seja, não está livre de se relacionar com a “carinhosa”– preguiça. Há quem diga que um pouco de “preguicinha” não faz mal algum. Para esses “ estultos poetas” fica um recado: “... Um pouco de fermento leveda toda a massa.” I Cor 5:6.
A tendência natural do ser humano é buscar sempre o caminho que ofereça a menor resistência. Normalmente a equação que resulta na conquista de algum sonho, benção ou bem estar, deverá ter esforço tangenciando a zero. Infelizmente essa tem sido a maneira mais comum que as pessoas utilizam para resolver questões da vida cotidiana.
Uma das grandes dádivas de Deus para nós é a- capacidade de pensar. O pensamento é algo livre para todo ser humano. Nas mais fundamentalistas religiões, que através de um poder coercitivo, reprimem diversas atitudes por parte dos seus seguidores, o pensamento continua sendo livre. Em meio a nações imersas em ditaduras, quer religiosas, políticas, ou quaisquer inutilidades como estas, o poder do pensamento se mantém livre.
Com toda essa liberdade para pensar, como poderíamos definir a preguiça intelectual? É precisamente quando não somos diligentes na procura do conhecimento. De outra forma, é também quando nos tornamos negligentes, esperando dos outros as nossas próprias respostas. “Pensamento de uma estátua”.
Finalmente, para não agir como um “preguiçoso intelectual” (aquele que fica pensando como uma estátua) é necessário buscar fixamente na fonte e inteligentemente pensar com qualidade. A origem magna é a palavra de Deus. Nela estão contidas as repostas para todas as situações. Semelhantemente outras fontes, tais como: livros, revistas, jornais, internet, etc. São imprescindíveis para que se tenha um pensamento equilibrado, coerente e livre.
Cuidado com o que a estátua está pensando a seu respeito... Aliás, ela não pensa! Você é quem tem esse poder libertador.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

A espada amiga... “mui amiga”



A esgrima (termo advindo do vocábulo germânico skirmjan “proteger”) é um esporte milenar. Em antiguíssimos templos Japoneses (1170 A.C.) já existiam adeptos dessa prática. Usada como forma de luta entre povos, também exercia o papel de entreter o público na Roma antiga. Ter habilidade para se proteger dos ataques da espada adversária, impedindo que esta tocasse qualquer parte do corpo, era o grande desafio para os praticantes dessa modalidade.
Davi demonstrou ter essa habilidade quando soube escapar por duas vezes da espada ensandecida de Saul, assim como um exímio lutador de esgrima. O Rei que até então tinha demonstrado um amor fraternal pela vida de Davi, num piscar de olhos, como um golpe de esgrima, mudou de opinião a respeito do jovem pastor de ovelhas, e diligentemente atirou a sua espada a fim de matá-lo. Que amigo!
Podemos nos deparar com situações como esta, em que “amigos” vão arremeter contra nós sem ao menos sermos avisados da investida. E pior do que isso- sem termos falhado contra quem quer que seja. Assim como aconteceu com Davi.
Nesse caso, vimos à proteção divina sendo dirigida à vida de Davi. Do mesmo modo, ele sabiamente fez aliança com quem de fato o amava e estava disposto a lutar em seu favor. O seu fiel amigo: Jônatas.
Finalmente, Deus sempre colocará “Jônatas” em nossas vidas, para nos ajudar a combater os “Saús” que porventura aparecerem com suas “lanças” tendo em seus corações o desígnio de nos causar mal. Bem como, nos capacitará com técnicas de defesa capazes de nos fazer esquivar das: espadas... "mui amigas".

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

O Crente, que mente! Brincadeira é coisa séria.

A mente é um terreno vasto e ainda pouco conhecido pela ciência. É sabido que os maiores problemas do ser humano começam ou terminam na sua própria mente. É nela que se define qual a solução, ou se o problema será preservado.
Isso me faz lembrar uma brincadeira da minha infância chamada: “Pique Bandeira”. Consistia em dois grupos, num determinado campo dividido ao meio, terem a árdua tarefa em tomar a bandeira (na maioria das vezes um simples chinelo) do grupo oponente. Mas, caso invasor entrasse no campo do “inimigo” para conquistar a bandeira, e este fosse tocado, estaria preso. O resgate somente poderia ser feito por um membro da mesma equipe se arriscando dentro do terreno inimigo.
Por vezes, éramos obrigados a resgatar alguém que inadvertidamente, sem avisar, ou planejar, invadia o campo adversário, e era facilmente apanhado. Igualmente observava os que somente entravam no jogo para olhar e nada faziam. Por último, os determinados, inteligentes, velozes, destemidos, que “mentalizavam” a melhor estratégia para conquistar o “chinelo”. E sempre conseguiam
Uma mente que haja só no impulso será continuamente é uma presa fácil. Como também, um mero espectador da vida em nada influencia. Quem tem a mente de um conquistador, recebe a “bandeirada final”.
Acredito que o crente deve ter a sua mente livre para vislumbrar tudo aquilo que lhe estiver ao alcance. E mais, imaginar o que Deus pode fazer, ou seja, tudo. Se arriscar sempre vai fazer parte do jogo, mas não podemos ser irresponsáveis, tem de existir algum critério previamente imaginado. Semelhante a isto, a “inércia amiga”, não acrescentará benefício aqueles que fizerem dela uma companheira íntima.
Enfim, a resposta estará naquilo que se coloca na mente. A Bíblia diz que: ...Nós, porém, temos a mente de Cristo (I Cor 2: 16b). Isso significa que em meio a tudo que se apresenta diante de nós, devemos pensar igual a Jesus. Renovar a mente com tudo que possa trazer esperança. A mente é um campo de batalhas, e não podemos perder essa guerra.

Quantos “chinelos” temos conquistados? O Crente não mente. Brincadeira é coisa séria.